LOMBAY – uma Fábula Urbana

O espetáculo promove a grande inauguração de Lombay, uma cidade ficcional, e convida o público a participar de um percurso por suas ruas. O protagonista é a própria geografia e peculiaridades do espaço físico, onde revelam-se figuras que inspiram temas relacionados a urbanização como: a transformação das zonas rurais, a religiosidade, a violência, a imigração, o desejo de recomeçar a vida em uma nova cidade e o retorno ao lar e as origens. O espetáculo é finalizado com uma festividade comunitária que retoma o imaginário dos bailes e quermesses, através do  resgate da memória afetiva do espaço ocupado, reunindo seus moradores e o público presente. A encenação é   fruto do hibridismo de linguagens, e convida o público a percorrer algumas ruas de um  bairro,  vivenciando um misto das  celebrações  religiosas e do cortejo de carnaval. A  trilha sonora original,  mescla composições rítmicas e melódicas executadas ao vivo pelos artistas. O figurino e os adereços cenográficos primam pela estética da bricolagem e ressignificação de materiais. A montagem nasce  de um diálogo antropofágico entre o Coletivo Das Flor e a comunidade do bairro Lomba do Pinheiro em Porto Alegre/RS.

Ficha Técnica:

Concepção e Encenação: Luciane Panisson

Criação Colaborativa: Álvaro Vilaverde, Bebeto Alves, Ekin, Expinho Tiago, Gabriela Chultz , Julia Rodrigues , Juliano Barros, Juliane Senna Marcos Rangel, Margarida Rache, Vini Silva e Vitória Monteiro.

Participação especial: Músicos Eduardo Hernandes, Ismael Oliveira e Mateus Avila, IPDAE, Banda Santo Forte , Orquestra Villa-Lobos e Comunidade da Lomba do Pinheiro.

Produção: 1o Etapa – Liége Biasotto /CUCO Produções. 2o Etapa – Juliano Barros/ Dos Gardenias Prod. Artísticas Ltda.

Realização: Coletivo Das Flor

Contraregragem: André Dutra, Laura Backes e Lívia Biasotto.

Cabelos: Paulo Azevedo.

Assessoria de Imprensa: Léo Santanna

Programação Visual e Concepção da Campanha de Divulgação: Louise Kanefuku

Fotografias: Bebeto Alves, Débora Piva, Expinho Tiago e Vitória Monteiro.

Captação de Imagens do processo de criação: Bebeto Alves, Expinho Tiago e Vitória Monteiro.

Captação de Imagens do espetáculo: Gabriel Pessoto, Gabriela Kliemann Dias e Lauren Graef

Edição de Imagens do espetáculo: Expinho Tiago

Músicas:

OI LOMBAY

(Letra e música de Bebeto Alves)

CIRANDA DAS BACIAS

(Letra e música Bebeto Alves)

MORO EM LOMBAY

(Adaptação de Expinho Tiago para canção de Moro na Roça de Xangô da Mangueira e Zagaia)

BANHO DE SOL

(Letra e música de Álvaro Vilaverde)

LOMBAY

(Letra: Juliano Barros e Música: Coletivo Das Flor)

 

Agradecimentos:

Aldeia, ARCA – Associação Rede do Circo, Associação Estrela Gaúcha, Bactéria Filmes, Bar do Gildo, Bazar Pinheiro, Carol de Góes, Cia de Arte, CPCA,  Fernanda Chemalle, Juliano Prusch Marques, Liziane, Loja Liverpool, Mara, Maria ,Mateus Santolouco, Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro, Paróquia da Igreja Santo Antônio/Lomba do Pinheiro, Paróquia da Igreja São Pedro/ Lomba do Pinheiro, Programa RS Na Paz, Seu Alcindo, Supermercado Zanella, Vosmar Viana.

 

DAS FLOR

O espetáculo Das Flor é um manifesto a invisibilidade que é conferida a beleza crua, a pele vincada, a carne dilacerada do indivíduo que habita a rua. Ao vigor e fragilidade que nos aproxima uns dos outros, a nossa humanidade.

A encenação é composta por uma narrativa fragmentada e subjetiva, que leva o espectador a ter uma coautoria no espetáculo, revelando uma poética estruturada na relação corpo, espaço, objeto-dobras, figurino, som e luz, alimentada pelo universo imagético da rua.

Em cena, o parir daquele que nasce das fatias de corpos espalhadas na calçada e se soma aos dejetos urbanos. Gemidos, sons e respiros tomam conta do ar. Os seres que habitam as ruas revelam-se, desfiam suas angústias, alegrias, seus delírios e fugas, construindo o monstro urbano, o pedinte intruso que se depara com as carteiras vazias de esmola. O patrimônio da rua é o lixo, o ouro, o alimento e riso daquele que cata e canta. A rua é casa a céu aberto, onde vidas se encontram e revelam seus vincos e suas dobras em meio à polifonia das vozes. Alguém grita: “Quem qué sonho?

Intervenção Urbana Fatias de Corpos

Fatias de Corpos é um desdobramento do Projeto Das Flor, queconsiste em corpos-instalações dispostos em pontos estratégicos da rua, compondo personas do nosso cotidiano. Tais personas são uma composição simbiótica entre o corpo e objeto-dobras, compondo  figuras que provoquem questionamentos e reflexões sobre as condições  dos mais diversos sujeitos que circulam pelo território da rua.

 

Ficha Técnica DAS FLOR e Intervenção Urbana Fatias de Corpos –

Ano: 2012/2013

Direção Geral: Luciane Panisson

Argumento e Encenação: Luciane Panisson

Intérpretes-Criadores: Álvaro Vilaverde, Fabíola Rahde, Juliano Barros, Marcos Rangel e Roberta Alfaya

Cenografia: Álvaro Vilaverde

Figurino: Margarida Rache

Trilha Sonora e Paisagem Sonora: Eloy F. Fritsch

Canções Incidentais/Vocalizes: Álvaro Vilaverde

Iluminação: Fernando Ochoa

Maquiagem: Juliane Senna

Hair Design: Paulo Azevedo

Direção Técnica e Cenotécnica: Pablo Oliveira

Coordenação Pedagógica das Oficinas de Artes Integradas: Luciana Paz

Programação Visual e Concepção da Campanha de Divulgação: Louise Kanefuku

Captação e Edição de Imagens das Oficinas: Tiago Expinho

Captação e Edição de Imagens do Espetáculo: Bactéria Filmes

Captação , Edição de Imagens e Fotografia da Intervenção Urbana: Thiago Lazeri

Fotografias das Oficinas: Claudio Etges e Tiago Expinho

Fotografias espetáculo: Fernando Pires

Projeções e animação: Kiko Mello

Assessoria de Imprensa: Dona Flor Comunicação – Raphaela Donaduce

Site: Leonardo Kluck

Direção de Produção: Alexandre Vargas

Produção Executiva: Cuco Produções – Liége Biasotto e Dos Gardenias Prod. Artísticas.

Realização: Associação Rede do Circo